sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Fotos da realização do amplificador






video amplificador tda2052 em funcionamento

A coluna que está em funcionamento neste video é fraca, é apenas de 60 watts

video

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Pré–amplificador,Ganho,rendimento,resistência entrada e saída, AmpOp,Distorção,mescla de frequências,relação Sinal/Ruído

Pré – amplificador é o estágio de um amplificador de áudio que recebe o sinal de baixo nível de um mp3, rádio ou leitor de CD como por exemplo, e corrige-o, entregando, na sua saída, um sinal mais elevado para excitar o amplificador de potência. Estes podem ser inversores, não inversores, entre outros.

O que determina o tipo de classe de operação de um amplificador é o modo como os transístores do estágio de saída operam, na tentativa de se obter maior linearidade (menor distorção) e/ou rendimento.
Existem amplificadores de classe A, B, AB, D, G, H, I.

O Ganho é uma característica de um dispositivo amplificador, que modifica a amplitude do sinal aplicado à sua entrada. Quando se trata de sinal sonoro, geralmente, expressa-se em decibéis (db).

O rendimento mostra a capacidade que um determinado sistema tem de transformar a potência consumida em potência útil.

Medição da resistência de entrada: Para se medir a resistência de entrada de um circuito, pode aplicar-se entre o sinal de entrada e a entrada do circuito uma resistência auxiliar (da mesma ordem de grandeza da resistência de entrada esperada). Através das medidas dos picos de tensão em cada um dos terminais da resistência auxiliar, poderemos obter um valor aproximado para a resistência de entrada.

Medição da resistência de saída: Para se medir a resistência de saída de um circuito, pode aplicar-se entre o nó de saída do circuito e a terra, uma resistência auxiliar (da mesma ordem de grandeza da resistência de saída esperada). Assim, através das medidas dos picos de tensão no nó de saída com e sem a resistência auxiliar, obtemos um valor aproximado para a resistência de saída.

Amplificador operacional ou AmpOp é basicamente um dispositivo amplificador de tensão, caracterizado por um elevado ganho em tensão, impedância de entrada elevada, impedância de saída baixa e elevada largura de banda. O AmpOp tem diversas configurações (Amplificador inversor, Amplificador não inversor, buffer, somador inversor, subtractor, integrador etc.)

Estes dispositivos têm diversas aplicações (o controlo de processos, a amplificação, a regulação de sistemas, filtragem etc.) e são, normalmente, dotados de uma malha de realimentação para controlo do ganho; são, usualmente, associados a outros semelhantes, em estruturas de múltiplos andares e com funções que transcendem a simples amplificação.A estrutura interna de um amplificador operacional é muito complexa, sendo constituído por dezenas de transístores e resistências contidos numa muito pequena pastilha de Silício (chip).

A potência especificada deve estar acompanhada dos valores da frequência, Distorção Harmónica Total (THD, tons puros, denominados "harmónicos"), da carga e tensão da rede (AC) que foram utilizadas durante os testes.
Mas, se para um determinado valor de carga (menor, pois, é onde temos a maior potência) formos aumentando o valor do sinal (tensão) fornecido (aumentando a potência na carga), atingiremos um ponto onde este sinal começará a deformar-se, devido às limitações impostas pelo amplificador; a partir deste ponto, o nível de distorção (THD) aumentará progressivamente, atingindo valores extremamente desagradáveis à audição.
Ainda, a limitação do sinal no “caminho”, que, imposta pelo amplificador, está directamente relacionada à tensão da fonte de alimentação e que, por sua vez, está directamente relacionada à tensão (AC) da rede (para fontes não reguladas); isso significa que, se assumirmos valores fixos de carga e THD e variarmos a tensão AC fornecida ao amplificador, a potência também vai variar.

Resumindo: a potência, quando especificada, deve estar acompanhada das condições sob as quais foi medida.Existem diferentes medições relativamente à potência de um amplificador que são apresentadas em potência PMPO, Potência IHF, Potência RMS.

Distorção, ao aplicarmos um sinal, genérico, num amplificador, espera-se que este seja simplesmente amplificado, naturalmente. No entanto, se este sinal sofrer qualquer tipo de alteração (deformação), dizemos que sofreu uma "distorção". Uma distorção pode ocorrer de várias formas: crossover, saturação, corte, slew rate, etc.

A mescla de frequências (música ou voz) que se encontra na entrada é composta por sons fundamentais e harmónicos, na essência, portanto, por tensões não sinusoidais. Esta mistura deve ser correspondentemente amplificada nas suas amplitudes e, eventualmente, modificada na sua tonalidade. A característica de frequências do amplificador deve ter um percurso linear numa região tão grande quanto possível, isto é, todas as frequências dentro dessa região devem ser amplificadas de modo uniforme.
O factor de distorção é indicado normalmente em função da potência de saída e da frequência.

O condutor de saída de um amplificador deve conter:

a. Todas as frequências da potência de entrada na relação de amplitudes original;

b. Nenhuma frequência que não pertença à mistura de frequências de entrada;

c. As frequências das tensões de entrada na posição de fase original;


A relação Sinal/Ruído, mostra a qualidade do amplificador quanto ao ruído.O que interessa é o sinal, então quanto menor o ruído, melhor será a qualidade do amplificador.

projecção e construção da caixa

6. Parte – montagem da caixa

Por último, a projecção e construção da caixa.
Depois de ter verificado a melhor posição para a colocação das placas e dos transformadores deu-se início à sua construção.
Verificaram-se as medidas necessárias para o corte do alumínio, iniciando a construção da caixa e fazendo os respectivos furos para a colocação dos potenciómetros, vumetros, saídas e entrada de som, etc.

colocação dos componentes na placa com a ajuda do esquema feito no eagle

5 . Parte – soldadura dos componentes

Iniciou-se a colocação dos componentes na placa com a ajuda do esquema feito no eagle e que representava os lugares correctos da colocação dos componentes.
Com a estação de solda, iniciou-se a soldadura dos componentes utilizando, para esse efeito, o estanho.A solda utilizada é constituida por uma liga metálica de estanho (Sn), este é um metal prateado, sólido e maleável nas condições ambientais. Não oxida facilmente com o ar e é resistente à corrosão.

Soldadura dos componentes

perfuração da placa

4 . Parte – Perfuração da placa

Neste passo, realizou-se a perfuração da placa, depois do verniz estar seco, para, depois, se proceder à colocação dos componentes.

Perfuração da placa

Corrosão da placa,tirar o cobre do PCB

3 . Parte – Corrosão da placa

Este passo serviu para tirar o cobre do PCB ficando apenas as pistas que estavam desenhadas no esquema que foi imprimido no acetato.
Colocou-se a placa no primeiro tanque cerca de 30 segundos, passado o tempo retirou-se a placa e observaram-se as pistas mais visíveis.
Colocou-se a placa no segundo tanque, onde permaneceu cerca de 15 minutos. Durante este tempo, foi-se verificando a placa para ver se o cobre ia saindo correctamente. Depois, retirou-se a placa do tanque e verificou-se que já continha, apenas, as pistas em cobre, tendo saído todo o cobre que não era necessário.Numa fase posterior, utiliza-se um bocado de papel macio, embebido em acetona, e passa-se pelas pistas a fim de retirar uma película do cobre ficando, assim, as pistas brilhantes; de seguida, coloca-se verniz na placa para proteger as pistas e para que estas não oxidem.



Utilização dos tanques para corrosão do cobre